Dabke:
"Dabke é uma dança folclórica de muitos países árabes.
Apesar de ser originalmente masculina, hoje em dia pode ser vista sendo dançada por toda a família.
Dançada em grupo, com as pessoas de mãos dadas formando uma roda ou uma meia-lua.
Não há movimentos de braços e ou de quadril. A movimentação se restringe aos pés, que realizam uma variedade de batidas e passos no chão.
Os ritmos mais adequados são o Said e o Malfuf. A música é alegre, e quase sempre acompanhada de derbak e da flauta Mijwiz.
Assim como a música, a dança também é alegre, e quase sempre dançada pelos árabes quando presentes em uma festa.
Comumente vê-se este tipo de celebração no Brasil por ocasião de encontros de árabes em bares, restaurantes ou festas.
Por ser uma dança de fácil execução, é possível aprendê-la durante uma festa e participar da celebração do Dabke.
Para conhecer um pouco melhor esta dança, assista ao vídeo abaixo.
Dabke coreografado por Laiali Zaman no Líbano:"
do site centraldancadoventre.com.br
E desde ano passado, mesmo sem ainda conhecer naaaada, ando apaixonada por folclore!!
(3 de março)
(3 de março)
Vou colocar os vídeos de quando comecei a gostar de folclore.
De quando comecei a enxergar a dança de outro jeito..mais leve ^^
Aqui quando comecei a me interessar por folclore (coisa que eu não gostava meeeeesmo!!!Talvez por eu ter estudado apenas por 4 meses dança do ventre, quando comecei..)
E em 6 de novembro de 2012 escrevi:
Linda Dani no evento da Mahira Hasan ^.^
Fazia tempo que eu não via alguém dançando com tanto coração!Sem ar de competição ou aprovação..é isso que eu estava precisando ver!Sentir!
E ali, eu conheci sua dança e me apaixonei!E prometi pra mim mesma que teria aula com essa pessoa mágica s2
Dança com Bastão
Aqui quando comecei a me interessar por folclore (coisa que eu não gostava meeeeesmo!!!Talvez por eu ter estudado apenas por 4 meses dança do ventre, quando comecei..)
E em 6 de novembro de 2012 escrevi:
Linda Dani no evento da Mahira Hasan ^.^
Fazia tempo que eu não via alguém dançando com tanto coração!Sem ar de competição ou aprovação..é isso que eu estava precisando ver!Sentir!
E ali, eu conheci sua dança e me apaixonei!E prometi pra mim mesma que teria aula com essa pessoa mágica s2
Nunca
gostei de folclore.Até esse dia.Até descobrir que ela existia ^.^ amei
enorme sua apresentação, seu jeitinho querido, engraçadinho, cheio de
técnica..enfim.
Hoje sou apaixonada por Folclore e pela sua dança
E um tempinho de nada depois, vi essas meninas lindas dançando folclore e me apaixonei para sempre rs
E um tempinho de nada depois, vi essas meninas lindas dançando folclore e me apaixonei para sempre rs
De novo, a Dani, que sempre me hipnotiza!
"A Dança do Bastão é a versão feminina de uma dança masculina chamada Tahtib.
É conhecida também como Raks Al Assaya.
É uma dança folclórica, alegre, mais graciosa que a masculina.
É geralmente dançada ao som do ritmo Said, podendo também ser dançada com os ritmos Baladi e Maqsoum.
É geralmente dançada ao som do ritmo Said, podendo também ser dançada com os ritmos Baladi e Maqsoum.
Said é o nome de uma região ao norte do Egito, local de onde se originou tal dança.
As mulheres demonstram toda sua habilidade girando o bastão de várias formas sempre com muito charme e delicadeza.
As mulheres demonstram toda sua habilidade girando o bastão de várias formas sempre com muito charme e delicadeza.
Ao dançar, a bailarina demonstra destreza, equilíbrio e sua expressão deve ser de alegria.
A vestimenta cobre o ventre, como um vestido, que pode ser de vários modelos, com abertura lateral, ou não, justo ou mais folgado, entre outros.
A vestimenta cobre o ventre, como um vestido, que pode ser de vários modelos, com abertura lateral, ou não, justo ou mais folgado, entre outros.
Acessórios como xales, cintos, enfeites de cabeça, brincos de medalhas são bem-vindos.'
do site centraldancadoventre.com.br
Sobre figurino..ah, deixa pra lá, isso vale uma postagem.
Sobre o que a Esmeralda comentou uma vez.
s2
A linda da Najwa Zaidan no dvd do Nasser Mohamed.
do site centraldancadoventre.com.br
Sobre figurino..ah, deixa pra lá, isso vale uma postagem.
Sobre o que a Esmeralda comentou uma vez.
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A linda da Najwa Zaidan no dvd do Nasser Mohamed.
Mas também cabe lembrar que há bengalas sem essa curva, que se assemelham mais a um bastão.
Qualquer um desses modelos é apropriado para dançar.
Para
conhecer um pouco melhor esta dança assista ao vídeo abaixo com a
bailarina brasileira Soraia Zaied, que dança no Cairo desde 2001.
Pra falar um pouco do Tahtib: dança com dois bastões longos, tipicamente masculina.
Originária da região do Egito chamada Said, ao norte do país.
Dizem que esta dança surgiu porque os homens egípcios sempre carregavam consigo um cajado longo, que servia para caminhar, para se proteger em combates ou para pastorear rebanhos.
E os homens acabavam usando este cajado para dançar em situações comemorativas.
Dançada ao ritmo de said, com marcações fortes de percussão (derbak, daff), guiado através de mizmar (aquela flauta que parece uma cornetinha de madeira, cujo som se assemelha ao de um mosquitinho).
Geralmente dois homens dançam juntos, aparentando e simulando uma luta.
Dançada ao ritmo de said, com marcações fortes de percussão (derbak, daff), guiado através de mizmar (aquela flauta que parece uma cornetinha de madeira, cujo som se assemelha ao de um mosquitinho).
Geralmente dois homens dançam juntos, aparentando e simulando uma luta.
Eles
fazem acrobacias com o bastão, demonstrando toda sua agilidade e
habilidade, atacam e desviam os golpes de bastão um do outro. Pode-se
notar que a movimentação desta dança é mais forte e mais agressiva do
que a feminina.
Dança das Flores
"Dança festiva e comemorativa, na qual a bailarina dança com um cesto de flores ou de pétalas de flores.
Dizem que esta dança surgiu na época em que as camponesas egípcias trabalhavam na colheita de flores durante a primavera, e para amenizar o trabalho, cantavam e dançavam.
Mais adiante, tornou-se uma dança comum nas festas populares.
É uma dança delicada e alegre. Boa para começo ou abertura de show, bem como para comemorações especiais como dia dos namorados, dia das mães.
Não há trajes, ritmos ou músicas especificas, mas sugere-se dançar ao som de músicas alegres e que tratem de temas relacionados a flores ou colheitas.
Enquanto dança, a bailarina pode segurar o cesto de flores na cabeça, no ombro, ao lado do quadril, etc. Pode movimentar e segurar a saia enquanto dança..
A entrega de flores ou pétalas ao público durante a dança é comum também, e acrescenta um charme à apresentação.
Dicas de movimentação:
-segurar a cesta com uma mão e a outra colocar na cintura, e fazer alguns movimentos de quadril como básico egípcio e oitos;
-fazer desenhos no ar (como círculo por exemplo) com o cesto nas duas mãos.
-segurar o cesto sobre um ombro e fazer básico egípcio e oitos;
-segurar o cesto com as duas mãos e aproximá-lo do movimento de quadril, por exemplo do básico deslocando;
-segurar o cesto acima da cabeça e fazer oitos;
-colocá-lo no chão e dançar próximo a ele antes de pegá-lo novamente."
"Meleah Laff
O nome significa lenço enrolado, e se originou no Egito, mais especificamente no subúrbio do Cairo e de Alexandria.
Dançada geralmente com um vestido, um chaddor e um lenço preto. O chaddor geralmente é de crochê, serve para cobrir o rosto e pode ser tirado no decorrer da apresentação.
O vestido, usualmente mais colado ao corpo, deve tampar o umbigo, e pode ser bordado ou não.
O lenço é preto, de tecido grosso e nunca transparente, podendo ser bordado ou não.
A bailarina inicia a dança coberta/ enrolada no lenço preto e durante a apresentação ela o solta para dançar com ele.
A dança com o lenço permite um jogo de “mostra e esconde”. Já que em alguns momentos a bailarina se enrola no lenço e em outros ela o manuseia. Ás vezes ela o enrola no quadril, outrora no tronco, destacando as formas de seu corpo. E às vezes brinca fazendo “gracejos” com as pontas dele.
A bailarina tem que ter habilidade para segurar e movimentar bem o lenço, para acrescentar charme e graça, caso contrário a dança fica poluída e prejudicada.
A dançarina masca chiclete durante a dança (tradicionalmente as egípcias costumam mascar goma de miske), dando um ar de irreverência e brincadeira à dança.
A música é sempre muito alegre e festiva, geralmente nos ritmos malfuf ou falahi.
Por ser uma dança de subúrbio, a sensualidade de uma apresentação deve ser suburbana. Ou seja, a bailarina tem que ser muito charmosa e carismática, ser levemente ousada e exagerar na movimentação, porém sem cair na vulgaridade."
do site centraldancadoventre.com.br
linda apresentação da Aninha ^^ linda linda cheia de alegria, amei muito!!
"Dança festiva e comemorativa, na qual a bailarina dança com um cesto de flores ou de pétalas de flores.
Dizem que esta dança surgiu na época em que as camponesas egípcias trabalhavam na colheita de flores durante a primavera, e para amenizar o trabalho, cantavam e dançavam.
Mais adiante, tornou-se uma dança comum nas festas populares.
É uma dança delicada e alegre. Boa para começo ou abertura de show, bem como para comemorações especiais como dia dos namorados, dia das mães.
Não há trajes, ritmos ou músicas especificas, mas sugere-se dançar ao som de músicas alegres e que tratem de temas relacionados a flores ou colheitas.
Enquanto dança, a bailarina pode segurar o cesto de flores na cabeça, no ombro, ao lado do quadril, etc. Pode movimentar e segurar a saia enquanto dança..
A entrega de flores ou pétalas ao público durante a dança é comum também, e acrescenta um charme à apresentação.
Dicas de movimentação:
-segurar a cesta com uma mão e a outra colocar na cintura, e fazer alguns movimentos de quadril como básico egípcio e oitos;
-fazer desenhos no ar (como círculo por exemplo) com o cesto nas duas mãos.
-segurar o cesto sobre um ombro e fazer básico egípcio e oitos;
-segurar o cesto com as duas mãos e aproximá-lo do movimento de quadril, por exemplo do básico deslocando;
-segurar o cesto acima da cabeça e fazer oitos;
-colocá-lo no chão e dançar próximo a ele antes de pegá-lo novamente."
O nome significa lenço enrolado, e se originou no Egito, mais especificamente no subúrbio do Cairo e de Alexandria.
Dançada geralmente com um vestido, um chaddor e um lenço preto. O chaddor geralmente é de crochê, serve para cobrir o rosto e pode ser tirado no decorrer da apresentação.
O vestido, usualmente mais colado ao corpo, deve tampar o umbigo, e pode ser bordado ou não.
O lenço é preto, de tecido grosso e nunca transparente, podendo ser bordado ou não.
A bailarina inicia a dança coberta/ enrolada no lenço preto e durante a apresentação ela o solta para dançar com ele.
A dança com o lenço permite um jogo de “mostra e esconde”. Já que em alguns momentos a bailarina se enrola no lenço e em outros ela o manuseia. Ás vezes ela o enrola no quadril, outrora no tronco, destacando as formas de seu corpo. E às vezes brinca fazendo “gracejos” com as pontas dele.
A bailarina tem que ter habilidade para segurar e movimentar bem o lenço, para acrescentar charme e graça, caso contrário a dança fica poluída e prejudicada.
A dançarina masca chiclete durante a dança (tradicionalmente as egípcias costumam mascar goma de miske), dando um ar de irreverência e brincadeira à dança.
A música é sempre muito alegre e festiva, geralmente nos ritmos malfuf ou falahi.
Por ser uma dança de subúrbio, a sensualidade de uma apresentação deve ser suburbana. Ou seja, a bailarina tem que ser muito charmosa e carismática, ser levemente ousada e exagerar na movimentação, porém sem cair na vulgaridade."
do site centraldancadoventre.com.br
linda apresentação da Aninha ^^ linda linda cheia de alegria, amei muito!!
"Dança com Jarro - Raks Al Balaas
A dança do jarro é conhecida também como samaritana, beduína, Raks Al Balaas e dança do Nilo .
São vários nomes, mas a sua origem e características são as mesmas.
Tudo começou há muitos e muitos anos quando os beduínos habitavam o deserto do Egito.
Tudo começou há muitos e muitos anos quando os beduínos habitavam o deserto do Egito.
A
água era tão escassa que quando ocorriam as cheias do rio Nilo, as
mulheres iam encher os seus jarros dançando e cantando em celebração a
este elemento da natureza.
Por isso, esta dança é uma reverência à agua e à vida."
"Os
trajes costumam ser vestidos, ou roupas que cubram a barriga e os
jarros, de barro ou imitação de barro, devem ser do tamanho da altura da
barriga coberta da bailarina. Por isso, esta dança é uma reverência à agua e à vida."
Os movimentos costumam englobar passeio no bosque segurando o jarro na cabeça com uma mão, ou fazendo movimento como se fosse pegar água do chão.
Além disso, você pode brincar com ele, colocando ora nos ombros, ora fingindo que está bebendo água ou como uma oferenda aos deuses."
19 de outubro de 2012
E esse comentário acima, foi por conta da aula que minha segunda professora me deixou assistir e aprender (eu era recepcionista da escola que ela dava aula ^.^) Naima linda!<3
É uma dança folclórica que se originou no Golfo Pérsico (área da Península Arábica que envolve Bahrain, Emirados Árabes, Quatar, Arábia Saudita, Kwait, Oman).
É comum ainda hoje em muitos desses países, em festas familiares, cujas presenças são todas femininas, algumas mulheres se levantarem, vestirem suas túnicas e dançarem Khaleege.
O ritmo para esse tipo de dança é o Soudi. É dançada com um vestido (túnica) de tecido fino, todo bordado por cima da roupa normal ou da roupa de dança do ventre, no caso de uma apresentação.
A túnica é chamada de Galabya.
A
execução da dança traz uma simples marcação para os pés, que se mantém
constante e presente todo o tempo. Além dessa marcação, há movimentos de
cabeça (com destaque para os cabelos), de mãos, braços, e tronco.
O quadril, ao contrário da dança do ventre, praticamente não se move."
Headbangers da dança oriental ^.^
Headbangers da dança oriental ^.^
Pandeiro (daff )
"O pandeiro é um acessório cênico utilizado pela bailarina enquanto dança e é tocado apenas em alguns momentos para fazer as marcações da música. Ou seja, ela não toca o tempo inteiro como faz o músico com o pandeiro.
Ele serve para dar um charme a mais, para incrementar a dança.
Não deve ser tocado em músicas lentas ou taksins. Há quem o toque em solos de derbak, o que pode torná-los ainda mais bonitos, se bem executados.
Usar roupas alegres, geralmente com moedas. Pode ser dançada com um vestido baladi, que também é usado para a dança da bengala.
Nesta dança a bailarina realiza alguns movimentos da dança do ventre enquanto segura o pandeiro próximo ao quadril, acima do ombro ou da cabeça, por exemplo, como um elemento decorativo.
Realiza também batidas do pandeiro em diferentes partes do corpo, como mão, cotovelo, ombro, quadril, joelho, para marcar as partes mais fortes da música."
Por isso recomenda-se que se dance em músicas alegres, animadas, ritmadas e bem marcadas.
Geralmente usam-se ritmos mais rápidos, nos quais acompanham-se as batidas da percussão, como por exemplo no said, malfuf e falahi.
O pandeiro árabe, ou daff, como também é chamado, tem o som e a aparência um pouco diferente do nosso pandeiro ocidental.
Diz-se que ele entrou na Dança do Ventre através dos ciganos do Antigo Egito."
E bem no dia da dança, é aqui que escolho passar bons momentos.
Pandeiro de barriga de fora...algo me diz que é "errado" porque dançar com pandeiro é folclórico (mas vai que deu zebra nas barrigueiras né Maet..rs)
(lembro que escrevi isso na época que trabalhava em uma escola de dança do ventre rs e deu essa zebra rs)
___________________
E hoje (05/06) por favor..o que certo ou errado?Complicado demais isso!Não se pode perder os costumes mas também não se pode deixar a dança uma coisa chata e quadrada..
___________________
E hoje, 22 de julho de 2015, digo mais, digo..não digo nada rs vou fazer aquele post que comentei sobre trajes na dança, lá fora, nos países árabes, que a linda da Esmeralda comentou em u dos Fala Esme.
E hoje, 22 de julho de 2015, digo mais, digo..não digo nada rs vou fazer aquele post que comentei sobre trajes na dança, lá fora, nos países árabes, que a linda da Esmeralda comentou em u dos Fala Esme.













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