quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Danças do Oriente Médio (na minha cabeça, em 2013)

Trazendo esses textos para este blog, porque, apesar de não concordar mais com algumas coisas, acho interessante essa fase da descoberta da dança. 



Não lembro quem escreveu isso )=

"Eu detesto as palavras “erro” e “acerto”. 

Simplesmente prefiro utilizar “tentativa e experiência”. 

Não dá para chamar de errado algo que na realidade ninguém sabe qual é o certo! 
Mas como priorizo o bom senso, penso que há tentativas que não são bem sucedidas, como por exemplo, a bailarina que ouvir falar sobre o Said, decide dançar e o faz até que bem, mas não utiliza a música apropriada e nem o traje adequado. Isso eu considero um desrespeito com a Arte, pois os recursos estão todos aí, estude e traga isso para sua dança, a fidelidade ao conceito.

Um outro ponto importante é a vaidade. Isso é prejudicial no ser humano, em todos os aspectos. A bailarina que dança pensando “ olha como sou linda, olha como danço melhor” para mim é o pior tipo, que contamina a energia do local e traz para si a vulgaridade, que ninguém deseja...

A falta de preparo técnico e físico também é um fator perigoso, pois podemos nos machucar quando não temos um bom preparo e pagar micos temíveis quando falta técnica. O maior benefício para a bailarina, já que não gosto de falar no erro, vamos pensar que o benefício maior é o TREINO. Isso ajuda em tudo! "

"Uma vez eu li algo escrito pela bailarina Yasmine Amar em que ela dizia mais ou menos assim, que ela não utilizava o termo “professora” mas sim “facilitadora” pois, para ela, era impossível ensinar o que todas já sabem, para ela a dança do ventre é algo tão feminino, tão intrínseco, que ela apenas “lembrava” a cada uma como dançar. Achei isso de uma preciosidade tamanha, que sempre lembro e gosto de citar. Para mim a dança é isso, é sentir, é transmitir. Cada uma dança o que tem dentro de si e cada um que nos assistir irá sentir o que lhe fizer bem, o que o faz sentir uno com a bailarina. Mais que Arte, a Dança para mim é gratidão, é estar grata a Deus por estar viva, pelo meu corpo, por poder Dançar, além é claro de ser um meio ímpar de estudar e conhecer a cultura de vários povos e poder traduzir isso através da dança."

"A Dança trabalha todos os mecanismos do corpo, de maneira completa. No físico, com toda a musculatura, articulações e possibilidades do movimento e eixo. 


No psíquico, a intensidade dos estímulos nos permite um trabalho completo, com todos os sentidos através das músicas, da textura e aroma dos tecidos, a suavidade dos movimentos e toques em nosso corpo além das questões de lateralidade, equilíbrio, coordenação ampla e controle dos membros, citando ainda que trabalhamos com todo o aparato do ventre, nossos órgãos internos são massageados e estimulados através dos movimentos e intensidade com que os executamos. 

Há pesquisas cada vez mais sérias sobre os benefícios mentais, como memorização, criatividade, auto-estima e segurança emocional.
Eu considero ainda, devido a gama de movimentos que executamos com os braços e meia ponta, que é uma das modalidades que mais molda o corpo de maneira gradual e forte, fica lindo!"


O que a mulher que faz Dança do Ventre tem, que as outras não têm?
"Não a dança do ventre em específico, mas a mulher que tem qualquer laço com alguma atividade artística, possui aquele “tempero” a mais , não é? 


A segurança, a postura, os modos elegantes e delicados, a presença em cena. 
A gente percebe que é bailarina pelo andar, pela maneira suave de se posicionar em certas ocasiões. 
Além do conteúdo bem mais rico, pois a mulher que possui arte possui conhecimento, isso é fato.

Um “que” a mais que a Dança do Ventre nos traz é a amplitude de assuntos que estudamos, pois precisamos conhecer desde a cultura regional de um povo, passando por músicas e ritmos diferentes, trajes para cada modalidade, livros sobre os temas e conhecimentos “genéricos” sobre palco, eventos, maquiagem, relacionamento em grupo, um sem fim de assuntos! 


Na verdade a mulher que tem coragem de aprender algo e colocar isso em prática sem medo de ser feliz, certamente tem um que a mais e isso é maravilhoso, seria ótimo se todas pudessem experimentar a arte em suas vidas, não importa em qual categoria.

Dança, escultura, pintura, poesia, música, teatro...caminhos há muitos, basta dar o primeiro passo e sem medo de cair, pois a verdadeira bailarina ,faz da queda um passo de dança, não é mesmo?!"

Adoro datas, sou muito esquecida )): guardo tudo que escrevo meeesmo, então vamos lá, esses textos coloquei em 29/08/12.E quem os escreveeeeeu heeeeein Claudíssima???!!!!!Não acredito que não coloquei, na época!!!



Bibliografia muito uó..sabe quando você olha pra tela e está com umas 10 telas abertas ao mesmo tempo?Daí quando vê não lembra onde viu ))): mas tudo aqui foi retirado da net, texto meu, só os "aaaah isso nem curto" "adooooro tal" rsrs e quando ver que algo está 'errado' venho corrigir correndo rs e são apenas essas descrições praticamente, que você encontra por aí )): terei que filtrar sempre esse álbum!


Nenhum comentário:

Postar um comentário